Padre Paulo Ricardo, Reinaldo de Azevedo, Rodrigo Constantino,Raquel Sherazade, Olavo de Carvalho....mediocres? Eu pergunto por que "medíocres"? Quais são os critérios para avaliar a grandeza ou mediocridade de um pensador? É por acaso a quantidade de livros publicados? Paulo Coelho publica livros a rodo e no entanto é alguém que eu não faço a menor questão de ouvir. E esseLuiz Felipe Loureiro Foresti – Mestre em História Social pela PUC-SP e pesquisador do Núcleo de Estudo sobre Trabalho, Ideologia e Poder da PUC-SP - quem é? Sou católico, conservador e de direita com toda a certeza. Não professo o principio de uma aristocracia esclarecida, acredito na igualdade de direitos entre todos os cidadãos, mas sempre tendo o princípio de uma ordem estabelecida de direito divino, como principio norteador da sociedade. E nesse sentido, o pensamento marxista, para mim, é simplesmente intragável.
O pastorzinho estuda a bíblia como se fosse uma bula de remédio: sem estudo do grego, do hebraico, dos estilos literários, sem uma boa crítica textual, sem conhecimento da história do mundo e da Igreja, sem conhecimentos de exegese e de hermenêutica bíblica...começa a vomitar besteiras. O autor do Apocalipse, João Evangelista e Apóstolo, deve estar no céu, se perguntando como é possível que alguém possa fazer uma interpretação tão bizarra de uma obra tão santa e inspirada pelo Espírito Santo. Fico com as palavras de São Pedro: "Hoc primum intellegentes quod omnis prophetia Scripturae propria interpretatione non fit; non enim voluntate humana prolata est prophetia aliquando, sed a Spiritu Sancto ducti locuti sunt a Deo homines". (IPd 1,20-21)
E aí me vem um povo com a mesma história de sempre: "Deus gosta da alegria", "A Missa não é só calvário, mas também é ressurreição". Ir à Missa é subir ao Calvário. A Missa nos remete à última ceia, onde o clima de recolhimento e despedida deveria ser tocante; ao Calvário onde a dolorosa paixão do Senhor enchia de lágrimas os sofridos olhos da Santíssima Virgem. Mesmo na cena da Ressurreição, a reação de Madalena, não foi de eufórica alegria, mas de estupor e adoração, pois sequer o Senhor se deixa tocar. A Santa Missa é Santa, Sacratíssima. A nossa participação deve ser ativa, consciente e, sobretudo, piedosa. Silêncio, oração e recolhimento, este deve ser o clima da Santa Missa, seja na Forma Ordinária, seja na Forma Extraordinária. Viva a Santa Missa!
Basta olhar, nos momentos em que o Papa aparece, o contraste entre o seu semblante sério e recolhido, se comparado toda a agitação à sua volta. Agitação que não tem nada de litúrgica (flash-mob e coral "gospel"). Concelebrei esta Eucaristia, eu estava presente e, bem, não me agradou em nada. E o pior, tenho muitas vezes que engolir de quem não sabe nada de liturgia que esta Missa foi um modelo de celebração a ser seguido nas Missas com os jovens. A liturgia se tornou uma vitrine para o artistas católicos. Os meus queridos irmãos padres deveriam estar piedosamente concelebrando e não fazendo "show". Esta é a minha opinião.
Sim. Acho que o tal avivamento veio. Tomei a tal da posição e me tornei mais católico ainda....Sinto Muito Dona Ana Paula, acho que o tiro saiu pela culatra!