Edmundo Noir

Em sua Carta Aberta aos Católicos Perplexos, mais especificamente no capítulo X, Dom Marcel Lefebvre trata a respeito do erro do ecumenismo, condenado por Pio IX, que tanta desgraça tem causado a Igreja em nossos tempos.
Existe, nesta confusão de idéias em que os cristãos parecem comprazer-se, uma tendência particularmente prejudicial à fé e tanto mais perigosa quanto ela se apresenta sob as aparências de caridade. A palavra, que apareceu em 1927 por ocasião dum congresso realizado em Lausanne, deveria por si própria prevenir os católicos se eles se referiam à definição que lhe dão todos os dicionários: ”Ecumenismo: movimento favorável à reunião de todas as Igrejas cristãs numa só.” Não se podem misturar princípios contraditórios, é evidente, não se podem reunir de maneira a fazer deles uma só coisa, a verdade e o erro. A não ser que se adotem os erros e se rejeite toda ou parte da verdade. O ecumenismo se condena por si mesmo.
O termo conheceu uma tal voga desde o último …Mais

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Ecumenismo: a caridade mal entendida levou estes cristãos a pactuarem com o erro

Em sua Carta Aberta aos Católicos Perplexos, mais especificamente no capítulo X, Dom Marcel Lefebvre trata a respeito do erro do ecumenismo, condenado por Pio IX, que tanta desgraça tem causado a Igreja em nossos tempos.
Existe, nesta confusão de idéias em que os cristãos parecem comprazer-se, uma tendência particularmente prejudicial à fé e tanto mais perigosa quanto ela se apresenta sob as aparências de caridade. A palavra, que apareceu em 1927 por ocasião dum congresso realizado em Lausanne, deveria por si própria prevenir os católicos se eles se referiam à definição que lhe dão todos os dicionários: ”Ecumenismo: movimento favorável à reunião de todas as Igrejas cristãs numa só.” Não se podem misturar princípios contraditórios, é evidente, não se podem reunir de maneira a fazer deles uma só coisa, a verdade e o erro. A não ser que se adotem os erros e se rejeite toda ou parte da verdade. O ecumenismo se condena por si mesmo.
O termo conheceu uma tal voga desde o último …

48
Edmundo Noir

A história é escrita pelos vencedores, diz um velho adágio. Infelizmente a revolução maçônica triunfou em nosso país, de modo que a figura dos antigos reis e imperadores só é trazida a tona para fins de zombaria. Acerca da rainha Maria, por exemplo, destaca-se a sua loucura, mas omite-se a causa. Eis, pois, algumas pistas: nos seus acessos de loucura [a rainha], dizia ver a imagem do pai, D. José I, morto em 1777, como “uma massa calcinada de cinzas, sobre um pedestal de ferro derretido, negro e horrível, que uma legião fantasmagórica tentava derrubar”, segundo a descrição de um de seus ministros, o marquês de Angeja.
Aterradora visão! Quem, pois, conseguiria manter a sanidade após ver o próprio pai queimando por toda eternidade nas profundezas do inferno? Mais do zombar da pobre rainha, deveríamos nós temer terminar naquele mesmo lugar cuja mera visão foi causa de sua loucura.

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Qual a causa da loucura de Maria de Portugal?

A história é escrita pelos vencedores, diz um velho adágio. Infelizmente a revolução maçônica triunfou em nosso país, de modo que a figura dos antigos reis e imperadores só é trazida a tona para fins de zombaria. Acerca da rainha Maria, por exemplo, destaca-se a sua loucura, mas omite-se a causa. Eis, pois, algumas pistas: nos seus acessos de loucura [a rainha], dizia ver a imagem do pai, D. José I, morto em 1777, como “uma massa calcinada de cinzas, sobre um pedestal de ferro derretido, negro e horrível, que uma legião fantasmagórica tentava derrubar”, segundo a descrição de um de seus ministros, o marquês de Angeja.
Aterradora visão! Quem, pois, conseguiria manter a sanidade após ver o próprio pai queimando por toda eternidade nas profundezas do inferno? Mais do zombar da pobre rainha, deveríamos nós temer terminar naquele mesmo lugar cuja mera visão foi causa de sua loucura.

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Embora não se trate de um livro inspirado, mas antes de uma ''ficção teológica'', o apócrifo Evangelho de Nicodemos nos apresenta uma imagem magistral a descida aos infernos Nosso Senhor Jesus Cristo:
Enquanto Satanás e o Inferno diziam tais coisas entre si, produziu-se uma grande voz como um trovão, que dizia: "Elevai, ó príncipes, vossas portas; descerrai, ó portas eternas, e o Rei da Glória entrará". Quando o Inferno ouviu isto, disse a Satanás: "Sai, se és capaz, e enfrenta-o". E Satanás saiu. Depois o Inferno disse para seus demônios: "Trancai bem e fortemente as portas de bronze e os ferrolhos de ferro; guardai minhas fechaduras e examinai tudo o que está em pé, pois, se aquele entrar aqui, ai! apoderar-se-á de nós"
Os pais que ouviram isto começaram a fazer-lhe zombarias dizendo: "Comilão insaciável, abre para que o Rei da Glória entre". E o profeta Davi disse: "Não sabes, cego, que estando eu ainda no mundo, fiz esta profecia: "Elevai, ó príncipes, vossas portas!?'" …Mais

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Descensus ad inferos

Enquanto Satanás e o Inferno diziam tais coisas entre si, produziu-se uma grande voz como um trovão, que dizia:Depois de assim haverem falado, o Salvador abençoou Adão na testa com o sinal da cruz. Depois fez a mesma coisa com os patriarcas, profetas, mártires e progenitores. E a seguir pegou-os a todos e deu um salto do Inferno. E enquanto ele caminhava, os santos pais seguiam-no cantando e dizendo:

283
Edmundo Noir

Sobre o Islã, escreve São João Bosco:
<Nasceu este famoso impostor em Meca, cidade da Arábia, de família pobre, de pai gentio e mãe judia. Errando em busca de fortuna, encontrou-se com uma viúva negociante em Damasco, que o nomeou seu procurador e mais tarde casou-se com ele. Como era epilético, soube aproveitar-se desta enfermidade para provar a religião que tinha inventado e afirmava que suas quedas eram outros tantos êxtases, durante os quais falava com o arcanjo Gabriel. A religião que pregava era uma mistura de paganismo, judaísmo e cristianismo. Ainda que admita um só Deus, não reconhece a Jesus Cristo como filho de Deus, mas como seu profeta. Como dissesse com jactância que era superior ao divino Salvador, instavam com ele para que fizesse milagres como Jesus fazia; porém ele respondia que não tinha sido suscitado por Deus para fazer milagres, mas para restabelecer a verdadeira religião mediante a força. Ditou suas crenças em árabe e com elas compilou um livro que chamou …Mais

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Dom Bosco: Maomé e sua religião

Sobre o Islã, escreve São João Bosco¹:
Nasceu este famoso impostor em Meca, cidade da Arábia, de família pobre, de pai gentio e mãe judia. Errando em busca de fortuna, encontrou-se com uma viúva negociante em Damasco, que o nomeou seu procurador e mais tarde casou-se com ele. Como era epilético, soube aproveitar-se desta enfermidade para provar a religião que tinha inventado e afirmava que suas quedas eram outros tantos êxtases, durante os quais falava com o arcanjo Gabriel. A religião que pregava era uma mistura de paganismo, judaísmo e cristianismo. Ainda que admita um só Deus, não reconhece a Jesus Cristo como filho de Deus, mas como seu profeta. Como dissesse com jactância que era superior ao divino Salvador, instavam com ele para que fizesse milagres como Jesus fazia; porém ele respondia que não tinha sido suscitado por Deus para fazer milagres, mas para restabelecer a verdadeira religião mediante a força. Ditou suas crenças em árabe e com elas compilou um livro que chamou …

85
Edmundo Noir

Acerca do modo de se portar durante as enfermidades, ensina o Catecismo Romano:
<3. Não confiando apenas em recursos humanos
[4] Aqueles também pedem a Deus, com a maior instância, para que possam guarecer de doenças e ferimentos, e escapar de grandes e iminentes calamidades. Mas a principal confiança de seu livramento, eles a põem em remédios dados pela natureza, ou aviados pelo engenho humano. Sem nenhum escrúpulo, aceitam medicação de quem quer que seja, e pouco se lhes dá ser ela preparada com bruxaria, malefício, e intervenção diabólica, contanto que haja alguma esperança de reaver a saúde.
Muito diversa é a prática dos cristãos. Nas doenças e outras calamidades, procuram em Deus o seu melhor refúgio e garantia de salvação; só a Ele reconhecem e veneram, como Autor de todo o bem, e como seu Libertador. Quanto aos remédios, estão convencidos de que sua virtude medicinal vem de Deus, e admitem que só aproveitam aos enfermos, na medida que Deus mesmo determinar.
Ora, foi Deus …Mais

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Instruções aos Enfermos

Acerca do modo de se portar durante as enfermidades, ensina o Catecismo Romano:
3. Não confiando apenas em recursos humanos
[4] Aqueles também pedem a Deus, com a maior instância, para que possam guarecer de doenças e ferimentos, e escapar de grandes e iminentes calamidades. Mas a principal confiança de seu livramento, eles a põem em remédios dados pela natureza, ou aviados pelo engenho humano. Sem nenhum escrúpulo, aceitam medicação de quem quer que seja, e pouco se lhes dá ser ela preparada com bruxaria, malefício, e intervenção diabólica, contanto que haja alguma esperança de reaver a saúde.
Muito diversa é a prática dos cristãos. Nas doenças e outras calamidades, procuram em Deus o seu melhor refúgio e garantia de salvação; só a Ele reconhecem e veneram, como Autor de todo o bem, e como seu Libertador. Quanto aos remédios, estão convencidos de que sua virtude medicinal vem de Deus, e admitem que só aproveitam aos enfermos, na medida que Deus mesmo determinar.
Ora, foi Deus …

64
Edmundo Noir

POR QUE A SANTA MISSA TEM ESSE NOME? QUAIS OS OUTROS NOMES PARA DESIGNÁ-LA?
Terminado o Santo Sacrifício da Missa, começa a missão dos cristãos. É pelo alimento que recebemos — a comunhão eucarística — e pela ação de graças celebrada — a própria Missa — que ficamos fortalecidos para desempenharmos o que nos foi ordenado pelo Senhor. Dessa maneira, iniciava-se, após o culto litúrgico, a missão, a missio. E da palavra missio, originou-se a denominação Missa.
Outros nomes a designam: a) Santa Missa, pois é o ato mais santo do qual podemos participar e o culto mais santo que podemos oferecer a Deus; b) Santo Sacrifício, ou sacrifício da Missa, porque reflete a realidade do que está ocorrendo em sua celebração, renovando-se a Morte de Nosso Senhor na Cruz do Calvário; c) Divina liturgia, eis que dos atos litúrgicos é aquele no qual podemos nos aproximar mais de Deus, sendo divino; d) Eucaristia, que significa, por um lado, o sacramento do corpo e do sangue de Jesus, e, por outro, a …Mais

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Por que a Santa Missa tem esse nome?

De acordo com Rafael Vitola Brodbeck em seu livro Manual da Santa Missa (p.41):
POR QUE A SANTA MISSA TEM ESSE NOME? QUAIS OS OUTROS NOMES PARA DESIGNÁ-LA?
Terminado o Santo Sacrifício da Missa, começa a missão dos cristãos. É pelo alimento que recebemos — a comunhão eucarística — e pela ação de graças celebrada — a própria Missa — que ficamos fortalecidos para desempenharmos o que nos foi ordenado pelo Senhor. Dessa maneira, iniciava-se, após o culto litúrgico, a missão, a missio. E da palavra missio, originou-se a denominação Missa.
Outros nomes a designam: a) Santa Missa, pois é o ato mais santo do qual podemos participar e o culto mais santo que podemos oferecer a Deus; b) Santo Sacrifício, ou sacrifício da Missa, porque reflete a realidade do que está ocorrendo em sua celebração, renovando-se a Morte de Nosso Senhor na Cruz do Calvário; c) Divina liturgia, eis que dos atos litúrgicos é aquele no qual podemos nos aproximar mais de Deus, sendo divino; d) Eucaristia, que …

145
Edmundo Noir

Todo sacrifício, seja ele legítimo — isto é, ordenado ao verdadeiro Deus: o da Antiga Aliança e o da Nova, inaugurada por Cristo e perpetuada na Missa — ou não — oferecido a falsas divindades —, tem quatro finalidades básicas.
A primeira delas é a adoração. Num sacrifício, adoramos a Deus, reconhecendo-o como Senhor de tudo e Rei de nossas almas. Submissos que somos a Ele, reconhecemos sua soberania sobre nós, oferecendo algo, como que o presenteando. Na Cruz, Cristo foi a oferta dada a Deus. A Morte de Cristo, de um modo sobrenatural e misterioso, agradou a Deus, seu Pai, e foi como que um presente a Ele — notemos que Deus não é um carrasco, mas Seu agrado pelo sacrifício de Seu Filho deve-se a que, por ele, o plano original é restaurado, e também porque a obediência de Cristo tornou possível que todos nós o obedeçamos. Na Missa, por sua vez, eis que é o mesmo sacrifício tornado presente, Cristo é ofertado ao Pai. Em nosso rito romano, podemos entender perfeitamente essa …Mais

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Finalidades do Sacrifício

De acordo com o Rafael Vitola Brodbeck em seu livro Manual da Santa Missa (p.26-27):
Todo sacrifício, seja ele legítimo — isto é, ordenado ao verdadeiro Deus: o da Antiga Aliança e o da Nova, inaugurada por Cristo e perpetuada na Missa — ou não — oferecido a falsas divindades —, tem quatro finalidades básicas.
A primeira delas é a adoração. Num sacrifício, adoramos a Deus, reconhecendo-o como Senhor de tudo e Rei de nossas almas. Submissos que somos a Ele, reconhecemos sua soberania sobre nós, oferecendo algo, como que o presenteando. Na Cruz, Cristo foi a oferta dada a Deus. A Morte de Cristo, de um modo sobrenatural e misterioso, agradou a Deus, seu Pai, e foi como que um presente a Ele — notemos que Deus não é um carrasco, mas Seu agrado pelo sacrifício de Seu Filho deve-se a que, por ele, o plano original é restaurado, e também porque a obediência de Cristo tornou possível que todos nós o obedeçamos. Na Missa, por sua vez, eis que é o mesmo sacrifício tornado presente,…

101
Edmundo Noir

PRIMEIRO DIA
Ao aproximar-se de Deus, Infinito e Sumo Bem, a alma sente toda a sua pequenez e miséria.
ORAÇÃO DE ARREPENDIMENTO
“Chora, chora, minha alma! Que as tuas lágrimas e agonias sejam de dor por não teres amado a Jesus e tanto O teres ofendido. Chora, minha alma, chora, para que as tuas lágrimas movam Jesus à compaixão de me incendiar no seu divino amor e fazer-me enlouquecer por Ele!” S (16-1-48)
“Querida Mãezinha, faz que eu chore rios de lágrimas de arrependimento pelos meus tantos pecados, havendo contudo recebido tantos benefícios de Vós e de Jesus.” C (8-4-49)
“Ao ver a minha ingratidão e a ingratidão do mundo, dizia: «Ó Jesus, não sei como já não deixastes o sacrário e voastes para o Céu, deixando-nos sozinhos na terra: o sol obedeceuVos e escondeu-se; a noite obedeceu-Vos e apareceu com o luar e as estrelas. Como tudo isto é belo! Que tristeza, só os homens Vos ofendem!»” C (8-10-41)
ADORAÇÃO E SÚPLICA
Ó Trindade Santíssima, adoro-Vos e agradeço-Vos, porque nos …Mais

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Novena em honra da Beata Alexandrina

Ao aproximar-se de Deus, Infinito e Sumo Bem, a alma sente toda a sua pequenez e miséria.
ORAÇÃO DE ARREPENDIMENTO
“Chora, chora, minha alma! Que as tuas lágrimas e agonias sejam de dor por não teres amado a Jesus e tanto O teres ofendido. Chora, minha alma, chora, para que as tuas lágrimas movam Jesus à compaixão de me incendiar no seu divino amor e fazer-me enlouquecer por Ele!” S (16-1-48)
“Querida Mãezinha, faz que eu chore rios de lágrimas de arrependimento pelos meus tantos pecados, havendo contudo recebido tantos benefícios de Vós e de Jesus.” C (8-4-49)
“Ao ver a minha ingratidão e a ingratidão do mundo, dizia: «Ó Jesus, não sei como já não deixastes o sacrário e voastes para o Céu, deixando-nos sozinhos na terra: o sol obedeceuVos e escondeu-se; a noite obedeceu-Vos e apareceu com o luar e as estrelas. Como tudo isto é belo! Que tristeza, só os homens Vos ofendem!»” C (8-10-41)
ADORAÇÃO E SÚPLICA
Ó Trindade Santíssima, adoro-Vos e agradeço-Vos, porque nos deste o …

71
Edmundo Noir

Escreve Ramos de Oliveira em seu livro A Ilusão Espírita (p.82-83):
<Objeta-se que o espiritismo não é obra diabólica, porque há nele muitas fraudes e eu julgo que o espiritismo é autêntica e genuína obra diabólica, precisamente por conter muitas fraudes. Nada demonstra mais convincentemente ser o espiritismo obra do demônio que o excesso de fraudes que emprega, pois fraude é mentira e "o Demônio é o pai da mentira".
Certo não foi o Espírito Santo quem inspirou as meninas Fox a baterem pancadinhas no soalho, afim de iludir sua mãe e os demais. Muito menos e por obra do Espírito Santo que se promovem prestidigitações e recursos hipnóticos, nas sessões espíritas. Tudo isto é urdido e inspirado pelo "pai da mentira". Não interessa calcular se ele atua diretamente uma vez por cem, por mil ou por um milhão de vezes. Ele atua moralmente toda vez que não atua fisicamente.>

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"Nada demonstra mais convincentemente ser o espiritismo obra do demônio que o excesso de fraudes"

Objeta-se que o espiritismo não é obra diabólica, porque há nele muitas fraudes e eu julgo que o espiritismo é autêntica e genuína obra diabólica, precisamente por conter muitas fraudes. Nada demonstra mais convincentemente ser o espiritismo obra do demônio que o excesso de fraudes que emprega, pois fraude é mentira e "o Demônio é o pai da mentira".
Certo não foi o Espírito Santo quem inspirou as meninas Fox a baterem pancadinhas no soalho, afim de iludir sua mãe e os demais. Muito menos e por obra do Espírito Santo que se promovem prestidigitações e recursos hipnóticos, nas sessões espíritas. Tudo isto é urdido e inspirado pelo "pai da mentira". Não interessa calcular se ele atua diretamente uma vez por cem, por mil ou por um milhão de vezes. Ele atua moralmente toda vez que não atua fisicamente.

177
Edmundo Noir

Dizem os espíritas ter contato com os espíritos dos mortos. Embora a grande maioria dos supostos fenômenos possa ser desmascarado como mero charlatanismo, há casos de direita intervenção demoníaca. Em seu livro A Ilusão Espírita, Ramos de Oliveira nos conta alguns destes episódios:
<Refere Godfrey Raupert que, estando seriamente preocupado com o problema da identidade dos espíritos manifestantes, realizava contínuas sessões em casa amiga, tomadas todas as precauções para evitar engano.
Certa vez, manifestou-se um espírito dizendo ser o de um seu amigo e conhecido dos presentes, T. J. Pelas repetidas comunicações, todos estavam já suficientemente convencidos da identidade, menos ele, o pesquisador. Em dado momento, o espírito cometeu um equívoco. Raupert demonstrou-lhe a inverdade e, levantando-se, impôs: "Pergunto-te, em nome de Deus és realmente o falecido T. J.?" A resposta foi imediata: Não.
- Então, pergunto-te, em nome de Deus: Onde obtiveste informações, que te tornaram …Mais

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"Então cada vez que nas sessões espíritas consultamos nossos pais, nossos amigos defuntos, eras tu que, para melhor nos enganar, te manifestavas?"

Dizem os espíritas ter contato com os espíritos dos mortos. Embora a grande maioria dos supostos fenômenos possa ser desmascarado como mero charlatanismo, há casos de direita intervenção demoníaca. Em seu livro A Ilusão Espírita, Ramos de Oliveira nos conta alguns destes episódios:
Refere Godfrey Raupert que, estando seriamente preocupado com o problema da identidade dos espíritos manifestantes, realizava contínuas sessões em casa amiga, tomadas todas as precauções para evitar engano.
Certa vez, manifestou-se um espírito dizendo ser o de um seu amigo e conhecido dos presentes, T. J. Pelas repetidas comunicações, todos estavam já suficientemente convencidos da identidade, menos ele, o pesquisador. Em dado momento, o espírito cometeu um equívoco. Raupert demonstrou-lhe a inverdade e, levantando-se, impôs: "Pergunto-te, em nome de Deus és realmente o falecido T. J.?" A resposta foi imediata: Não.
- Então, pergunto-te, em nome de Deus: Onde obtiveste informações, que te tornaram …

103
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Ensina o Pe. Francisco Dockhorn:
Aos que afirmam que "o que importa é o coração", vale lembrar que aqui não cabe a aplicação deste princípio, pois isso implicaria colocar-se em contraposição com grandes parte das normas litúrgicas da Santa Igreja, bem como com os diversos sinais e símbolos litúrgicos (paramentos, velas, flores, incenso, gestos do corpo, etc), que partem da necessidade de se manifestar com sinais externos a fé católica a respeito do que acontece no Santo Sacrifício da Missa, bem como manifestar externamente a honra devida a Deus. A atitude interna é fundamental, mas desprezar as atitudes externas é um erro.
A este respeito, escreveu o saudoso Papa João Paulo II: "De modo particular torna-se necessário cultivar, tanto na celebração da Missa como no culto eucarístico fora dela, uma consciência viva da Presença Real de Cristo, tendo o cuidado de testemunhá-la com o tom da voz, os gestos, os movimentos, o comportamento no seu todo. (...) Numa palavra, é necessário …Mais

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"[...] a disposição interna é expressa pelos gestos externos, e os gestos externos, por sua vez, reforçam a disposição interna"

Aos que afirmam que "o que importa é o coração", vale lembrar que aqui não cabe a aplicação deste princípio, pois isso implicaria colocar-se em contraposição com grandes parte das normas litúrgicas da Santa Igreja, bem como com os diversos sinais e símbolos litúrgicos (paramentos, velas, flores, incenso, gestos do corpo, etc), que partem da necessidade de se manifestar com sinais externos a fé católica a respeito do que acontece no Santo Sacrifício da Missa, bem como manifestar externamente a honra devida a Deus. A atitude interna é fundamental, mas desprezar as atitudes externas é um erro.
A este respeito, escreveu o saudoso Papa João Paulo II: "De modo particular torna-se necessário cultivar, tanto na celebração da Missa como no culto eucarístico fora dela, uma consciência viva da Presença Real de Cristo, tendo o cuidado de testemunhá-la com o tom da voz, os gestos, os movimentos, o comportamento no seu todo. (...) Numa palavra, é necessário que todo o modo de tratar a Eucaristia …

341
Edmundo Noir

Ensina Dom Antônio de Macedo Costa em seu Compendio de Civilidade Cristã (pág.44-46):
- Que se deve evitar no trajo?
- Deve-se evitar três cousas: ornato demasiado ou luxuoso esmero, próprios de sujeitos vãos e immodestos; negligencia desalinhada e falta de asseio, próprias de baixa índole e vida desordenada; singularidade extravagante ou modas caprichosas, próprias de pessoas casquilhas e levianas. Um fato simples, modesto e limpo é o que em geral mais convém.
- Que diz S. Paulo das mulheres apaixonadas por enfeites sumptuosos e brilhantes pompas do vestuário?
- Vestindo-se as mulheres, diz S. Paulo, como exige o decoro, ornem-se de pudor e sabedoria, não com ornatos mundanos, sumptuosos e immodestos, mas sim com boas obras, como convém a senhoras que fazem profissão de piedade.
- De que modo declara S. Francisco de Sales esta doutrina do Apostolo?
- Com grande criterio, finura e delicadeza. Diz assim: ≪Quer S. Paulo que as mulheres piedosas (o mesmo se há de entender dos homens …Mais

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Do trajo

Ensina Dom Antônio de Macedo Costa em seu Compendio de Civilidade Cristã (pág.44-46):
- Que se deve evitar no trajo?
- Deve-se evitar três cousas: ornato demasiado ou luxuoso esmero, próprios de sujeitos vãos e immodestos; negligencia desalinhada e falta de asseio, próprias de baixa índole e vida desordenada; singularidade extravagante ou modas caprichosas, próprias de pessoas casquilhas e levianas. Um fato simples, modesto e limpo é o que em geral mais convém.
- Que diz S. Paulo das mulheres apaixonadas por enfeites sumptuosos e brilhantes pompas do vestuário?
- Vestindo-se as mulheres, diz S. Paulo, como exige o decoro, ornem-se de pudor e sabedoria, não com ornatos mundanos, sumptuosos e immodestos, mas sim com boas obras, como convém a senhoras que fazem profissão de piedade.
- De que modo declara S. Francisco de Sales esta doutrina do Apostolo?
- Com grande criterio, finura e delicadeza. Diz assim: ≪Quer S. Paulo que as mulheres piedosas (o mesmo se há de entender dos homens) …

60
Edmundo Noir

Ensina o Pe. Francisco Dockhorn:
Aos que afirmam que "o que importa é o coração", vale lembrar que aqui não cabe a aplicação deste princípio, pois isso implicaria colocar-se em contraposição com grandes parte das normas litúrgicas da Santa Igreja, bem como com os diversos sinais e símbolos litúrgicos (paramentos, velas, flores, incenso, gestos do corpo, etc), que partem da necessidade de se manifestar com sinais externos a fé católica a respeito do que acontece no Santo Sacrifício da Missa, bem como manifestar externamente a honra devida a Deus. A atitude interna é fundamental, mas desprezar as atitudes externas é um erro.
A este respeito, escreveu o saudoso Papa João Paulo II: "De modo particular torna-se necessário cultivar, tanto na celebração da Missa como no culto eucarístico fora dela, uma consciência viva da Presença Real de Cristo, tendo o cuidado de testemunhá-la com o tom da voz, os gestos, os movimentos, o comportamento no seu todo. (...) Numa palavra, é necessário …Mais

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"[...] a disposição interna é expressa pelos gestos externos, e os gestos externos, por sua vez, reforçam a disposição interna"

Aos que afirmam que "o que importa é o coração", vale lembrar que aqui não cabe a aplicação deste princípio, pois isso implicaria colocar-se em contraposição com grandes parte das normas litúrgicas da Santa Igreja, bem como com os diversos sinais e símbolos litúrgicos (paramentos, velas, flores, incenso, gestos do corpo, etc), que partem da necessidade de se manifestar com sinais externos a fé católica a respeito do que acontece no Santo Sacrifício da Missa, bem como manifestar externamente a honra devida a Deus. A atitude interna é fundamental, mas desprezar as atitudes externas é um erro.
A este respeito, escreveu o saudoso Papa João Paulo II: "De modo particular torna-se necessário cultivar, tanto na celebração da Missa como no culto eucarístico fora dela, uma consciência viva da Presença Real de Cristo, tendo o cuidado de testemunhá-la com o tom da voz, os gestos, os movimentos, o comportamento no seu todo. (...) Numa palavra, é necessário que todo o modo de tratar a Eucaristia …

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Em uma antiga catequese sobre o mártir São Justino, ensina Papa Bento XVI:
[...] Se o Antigo Testamento tende para Cristo como a figura orienta para a realidade significada, a filosofia grega tem também por objectivo Cristo e o Evangelho, como a parte tende a unir-se ao todo. E diz que estas duas realidades, o Antigo Testamento e a filosofia grega, são como os dois caminhos que guiam para Cristo, para o Logos. Eis por que a filosofia grega não se pode opor à verdade evangélica, e os cristãos podem inspirar-se nela com confiança, como num bem próprio. Por isso, o meu venerado Predecessor, o Papa João Paulo II, definiu Justino "pioneiro de um encontro positivo com o pensamento filosófico, mesmo se no sinal de um cauto discernimento": porque Justino, "mesmo conservando depois da conversão grande estima pela filosofia grega, afirmava com vigor e clareza que tinha encontrado no cristianismo "a única filosofia segura e proveitosa" (Dial. 8, 1)" (Fides et ratio, 38).
Na sua totalidade, a …Mais

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Bento XVI: "Com a religião pagã, de facto, os primeiros cristãos rejeitaram corajosamente qualquer compromisso"

Em uma antiga catequese sobre o mártir São Justino, ensina Papa Bento XVI:
[...] Se o Antigo Testamento tende para Cristo como a figura orienta para a realidade significada, a filosofia grega tem também por objectivo Cristo e o Evangelho, como a parte tende a unir-se ao todo. E diz que estas duas realidades, o Antigo Testamento e a filosofia grega, são como os dois caminhos que guiam para Cristo, para o Logos. Eis por que a filosofia grega não se pode opor à verdade evangélica, e os cristãos podem inspirar-se nela com confiança, como num bem próprio. Por isso, o meu venerado Predecessor, o Papa João Paulo II, definiu Justino "pioneiro de um encontro positivo com o pensamento filosófico, mesmo se no sinal de um cauto discernimento": porque Justino, "mesmo conservando depois da conversão grande estima pela filosofia grega, afirmava com vigor e clareza que tinha encontrado no cristianismo "a única filosofia segura e proveitosa" (Dial. 8, 1)" (Fides et ratio, 38).
Na sua totalidade, …

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XV. Nome de Batismo: [73] Por último, impõe-se um nome ao neófito. Deve tomar-se o nome de um Santo que tenha sido canonizado, graças à sua notável piedade e amor a Deus. A semelhança de nome induz facilmente o neófito à imitação da [mesma] santidade e virtude.
Ainda mais. Em procurando imitar o Santo, o neófito não deixará também de invocá-lo, movido pela confiança de que o terá como defensor, para a salvação da alma e do corpo.
À luz destas razões, devemos reprovar os cristãos que, para batizar os filhos, timbram em escolher nomes pagãos, e até nomes de personagens que se assinalaram pelos mais nefandos crimes. Sinal é de pouca estima pela Religião Cristã, quando alguém se compraz em avivar a memória dos ímpios, querendo assim que nomes tão profanos sejam continuamente pronunciados aos ouvidos dos fiéis cristãos.
- Catecismo Romano; II Parte: Dos Sacramentos; III. Do Batismo; pág. 244-245

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Nome de Batismo

Ainda mais. Em procurando imitar o Santo, o neófito não deixará também de invocá-lo, movido pela confiança de que o terá como defensor, para a salvação da alma e do corpo.
À luz destas razões, devemos reprovar os cristãos que, para batizar os filhos, timbram em escolher nomes pagãos, e até nomes de personagens que se assinalaram pelos mais nefandos crimes. Sinal é de pouca estima pela Religião Cristã, quando alguém se compraz em avivar a memória dos ímpios, querendo assim que nomes tão profanos sejam continuamente pronunciados aos ouvidos dos fiéis cristãos.
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Hoje, 10 de janeiro, é o aniversário de Santa Filomena. Faz bem recordar a história desta grande santa.

Em aparição a Madre Maria Luísa, Santa Filomena a revelou os detalhes de seu martírio. O relato foi extraído do livro Santa Filomena a Grande Milagrosa:
«Minha querida irmã, - lhe disse a Santa, - eu era filha do rei de um pequeno estado grego. Minha mãe também era de sangue real. Como não tinham descendência, meus pais ofereciam constantemente sacrifícios e preces aos seus falsos deuses para alcançarem a graça de um filho. Estava nesse tempo com a nossa família um doutor romano, chamado Públio, agora santo da Corte Celeste, apesar de não ter sido mártir. Impressionado com a cegueira espiritual dos seus soberanos e comovido com a mágoa que eles manifestavam, foi inspirado pelo Espírito Santo a falar-lhes da nossa fé e afirmar-lhes que as suas orações seriam ouvidas se eles abraçassem a Religião Cristã.
O seu eloquente fervor penetrou o coração de meus pais e ao mesmo tempo o espírito de ambos foi iluminado pela graça divina.
Depois de madura deliberação receberam finalmente o …Mais

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Santa Filomena

Em aparição a Santa Filomena a Grande Milagrosa:
«Minha querida irmã, - lhe disse a Santa, - eu era filha do rei de um pequeno estado grego. Minha mãe também era de sangue real. Como não tinham descendência, meus pais ofereciam constantemente sacrifícios e preces aos seus falsos deuses para alcançarem a graça de um filho. Estava nesse tempo com a nossa família um doutor romano, chamado Públio, agora santo da Corte Celeste, apesar de não ter sido mártir. Impressionado com a cegueira espiritual dos seus soberanos e comovido com a mágoa que eles manifestavam, foi inspirado pelo Espírito Santo a falar-lhes da nossa fé e afirmar-lhes que as suas orações seriam ouvidas se eles abraçassem a Religião Cristã.
O seu eloquente fervor penetrou o coração de meus pais e ao mesmo tempo o espírito de ambos foi iluminado pela graça divina.
Depois de madura deliberação receberam finalmente o Santo Sacramento do Baptismo.
Nasci no princípio do ano seguinte; a 10 de Janeiro, e chamaram-me Lumena ou …

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Edmundo Noir

Ensina o Pe. Francisco Dockhorn:
<É preciso frisar aqui a importância do vestir-se com solenidade na Sagrada Liturgia. O Catecismo da Igreja Católica (n. 1387) afirma, sobre o momento da Sagrada Comunhão: "A atitude corporal – gestos, roupa – há de se traduzir o respeito, a solenidade, a alegria deste momento em que Cristo se torna nosso hóspede."
É preciso evitar, então, primeiramente as roupas que expõe o corpo de forma escandalosa, como decotes profundos, shorts curtos ou blusas que mostrem a barriga. Mas convém que se evite também tudo o que contraria, como afirma o Catecismo, a alegria, a solenidade e o respeito – isto é, banaliza o momento sagrado.
O bom senso nos mostra, por exemplo, que partindo do princípio da solenidade, é melhor que se use uma calça do que uma bermuda. Ora, na nossa cultura, não se vai a um encontro social solene usando uma bermuda!
O bom senso nos mostra também que, partido do princípio do respeito e da não banalização do sagrado, é melhor que se evite …Mais

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"Vestir-se com solenidade na Sagrada Liturgia"

É preciso frisar aqui a importância do vestir-se com solenidade na Sagrada Liturgia. O Catecismo da Igreja Católica (n. 1387) afirma, sobre o momento da Sagrada Comunhão: "A atitude corporal – gestos, roupa – há de se traduzir o respeito, a solenidade, a alegria deste momento em que Cristo se torna nosso hóspede."
É preciso evitar, então, primeiramente as roupas que expõe o corpo de forma escandalosa, como decotes profundos, shorts curtos ou blusas que mostrem a barriga. Mas convém que se evite também tudo o que contraria, como afirma o Catecismo, a alegria, a solenidade e o respeito – isto é, banaliza o momento sagrado.
O bom senso nos mostra, por exemplo, que partindo do princípio da solenidade, é melhor que se use uma calça do que uma bermuda. Ora, na nossa cultura, não se vai a um encontro social solene usando uma bermuda!
O bom senso nos mostra também que, partido do princípio do respeito e da não banalização do sagrado, é melhor que se evite roupas que chamam atenção para …

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De acordo com o Malleus Maleficarum (p.82):
Em quanto ao primeiro, há que dizer que geralmente, as bruxas não são ricas por esta razão: que aos demônios agrada mostrar seu desprezo pelo Criador comprando às bruxas pelo preço mais baixo possível. E além do mais, para que não se destaquem por suas riquezas.

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Porque as bruxas não se enriquecem?

De acordo com o
Em quanto ao primeiro, há que dizer que geralmente, as bruxas não são ricas por esta razão: que aos demônios agrada mostrar seu desprezo pelo Criador comprando às bruxas pelo preço mais baixo possível. E além do mais, para que não se destaquem por suas riquezas.

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Edmundo Noir

57) Que nos proíbe o primeiro Mandamento?
O primeiro Mandamento proíbe-nos a idolatria, a superstição, o sacrilégio, a heresia, e todo e qualquer outro pecado contra a religião.
358) Que é a idolatria?
Chama-se idolatria o prestar a alguma criatura, por exemplo a uma estátua, a uma imagem, a um homem, o culto supremo de adoração, devido só a Deus.
359)Como está expressa na Sagrada Escritura esta proibição?
Na Sagrada Escritura está expressa esta proibição com as palavras: Não farás para ti imagem de escultura, nem figura alguma de tudo o que há em cima, no céu, e do que há embaixo, na terra. E não adorarás tais coisas, nem lhes darás culto.
360) Proíbem estas palavras toda a espécie de imagens?
Não, por certo. Mas só as das falsas divindades, feitas com intuito de adoração, como faziam os idólatras. E tanto isto é verdade, que o próprio Deus deu ordem a Moisés para fazer algumas, como as duas estátuas de querubins que estavam sobre a arca, e a serpente de bronze no deserto. …Mais

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Que nos proíbe o primeiro Mandamento?

357) Que nos proíbe o primeiro Mandamento?
O primeiro Mandamento proíbe-nos a idolatria, a superstição, o sacrilégio, a heresia, e todo e qualquer outro pecado contra a religião.
358) Que é a idolatria?
Chama-se idolatria o prestar a alguma criatura, por exemplo a uma estátua, a uma imagem, a um homem, o culto supremo de adoração, devido só a Deus.
359)Como está expressa na Sagrada Escritura esta proibição?
Na Sagrada Escritura está expressa esta proibição com as palavras: Não farás para ti imagem de escultura, nem figura alguma de tudo o que há em cima, no céu, e do que há embaixo, na terra. E não adorarás tais coisas, nem lhes darás culto.
360) Proíbem estas palavras toda a espécie de imagens?
Não, por certo. Mas só as das falsas divindades, feitas com intuito de adoração, como faziam os idólatras. E tanto isto é verdade, que o próprio Deus deu ordem a Moisés para fazer algumas, como as duas estátuas de querubins que estavam sobre a arca, e a serpente de bronze no deserto. …

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